A Saúde Mental do Professor

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Violência urbana refletida na escola, alunos indisciplinados, preenchimento de diários, falta de horário de planejamento, lecionar em duas ou mais escolas para garantir uma renda razoável, ter pouco tempo para lazer, lidar com outros funcionários da escola e todas as cobranças institucionais. Muitas vezes o resultado da soma desses fatores é um educador com sua saúde mental fragilizada.

Por que o professor adoece?

Antes de tudo, é necessário compreender a escola como uma instituição com uma rede complexa de relações e que a função de professor necessita de implicação subjetiva, envolvendo não só a cognição, mas também essas relações entre os sujeitos. A ferramenta de trabalho é a pessoa do professor e as relações que ele estabelece. Nesse sentido, a qualidade de vida e o bem-estar do profissional merecem atenção especial.

Muitas vezes a vivência contínua de insucessos e frustrações na escola acabam gerando auto-culpabilização por parte dos professores, e mais uma série de questões como: falta de motivação, falta de criatividade, baixa auto-estima, alterações nos hábitos, irritabilidade e problemas emocionais.

Podemos enumerar alguns dos fatores que potencializam esse sofrimento do profissional de educação como: a solidão, a falta de momentos de troca, a dificuldade institucional em lidar com pontos de vistas divergentes, o distanciamento da direção da escola. Outro aspecto importante de ser avaliado é o sofrimento dos professores negros diante do racismo institucional da escola.

Saúde mental do trabalhador da educação

É preciso superar os preconceitos em falar de saúde mental, uma vez que este silenciamento agrava ainda mais a estigmatização de quem sofre. O preconceito pode fazer com que a busca por auxílio especializado com psicólogos e psiquiatras seja adiado e aconteça quando o quadro do problema esteja em estado avançado e muitos prejuízos para a vida pessoal já tenham acontecido.

Os problemas psicológicos mais comuns são: depressão, stress, ansiedade, síndrome do pânico, para citar de maneira genérica, pois o sofrimento de cada sujeito se expressa de maneira singular.

Quando procurar ajuda?

Quando o nível de sofrimento psíquico, desmotivação e ansiedade começa a afetar diretamente a rotina pessoal e profissional, talvez seja hora de buscar acompanhamento psicológico, e em casos mais graves, acompanhamento psiquiátrico que poderá receitar medicação.

Entre em contato conosco para agendar sua consulta de avaliação: (21) 987-215-987 ou (21) 988-236-577

 

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